Ao promover a destruição desenfreada de antigas construções, o homem não somente rompe com o passado, mas pulveriza todas as lembranças que trazem as "marcas de nascença" de uma sociedade. Onde os indivíduos são cada vez mais indivíduos sem rosto e sem identidade. Neste sentido, a memória deve atuar de forma positiva no presente, ao invéz de ficar presa e esquecida no passado.